quinta-feira, 26 de maio de 2011

SALA DE LEITURA E ESTUDO FLORIANO MOLON

OTÁVIO ROCHA: ESCOLA FRANCISCO ZILLI INAUGURA SALA DE LEITURA E ESTUDO
 
   No sábado, dia 21 de maio de 2011, por ocasião da inauguração das novas instalações da Escola Francisco Zilli, foi entregue também a Sala de Leitura e Estudo Floriano Molon. O homenageado é natural de Otávio Rocha, tendo diversas obras publicadas e ainda se destacou como líder comunitário.  
   A placa foi descerrada pelo prefeito Ernani Heberle e pelo homenageado Floriano Molon.

sábado, 26 de março de 2011

INTERNET CONFIRMA ORIGEM GREGA DO SOBRENOME


MOLON - INTERNET CONFIRMA ORIGEM GREGA 
  Em recentíssima manifestação (2010) postada na internet, vem confirmar estudos realizados especialmente pelo saudoso Dr. Giovanni Batista Molon, da origem grega do nosso sobrenome. 
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 Molon è tipicamente veneto, di Arzignano, Vicenza e Montecchio Maggiore nel vicentino, di Conselve, Padova, Monselice, Pozzonovo, Pernumia ed Ospedaletto Euganeo nel padovano e di Verona e San Martino Buon Albergo nel veronese, un piccolo ceppo in Alto Adige ed uno Latina, probabile frutto dell'emigrazione veneta in occasione della bonifica Pontina, Molone ha un piccolo ceppo nel veronese ed uno a Palermo e ad Augusta nel siracusano, Moloni è praticamente unico e dovrebbe essere dovuto ad un'errata trascrizione del primo, dovrebbero derivare da forme accrescitive, anche dialettali, del nome latino di origine greca Molus (vedi MOLO), o, più probabilmente dal nome greco Molone, di cui abbiamo un esempio nel primo secolo a.C. nelCaio Giulio Cesare di Svetonio: ".. Caesar, composita seditione civili, Cornelium Dolabellam consularem et triumphalem repetundarum postulavit; absolutoque, Rhodum secedere statuit et ad declinandam invidiam et ut,per otium ac requiem, Apollonio Moloni, clarissimo tum dicendi magistro, operam daret. ..".

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ENCONTRO REPERCUTE NA ITÁLIA

     A Revista Vicentini nel Mondo,  nº 8/2010, editada em Vicenza, Itália,  repercute internacionalmente "Il grande incontro della Famiglia Molon". Destaca:" È stato l'ottavo raduno della serie per i descendenti di questa straordinaria dinasty veneta."

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

terça-feira, 23 de novembro de 2010

SINUELO SANTA CATARINA FAZ 40 ANOS


IRMÃOS MOLON CELEBRAM 40 ANOS DA SINUELO EM S. CATARINA




Os dias 19 e 20 de novembro, marcaram com diversas solenidades os 40 anos do Grupo Sinuelo na cidade de Araguari, em Santa Catarina. Convidados, autoridades, entre elas o Governador de S. Catarina, Leonel Pavan, enalteceram a grande contribuição do grupo para o desenvolvimento da região norte Catarinense e a implantação de um dos mais renomados complexos de acolhimento de visitantes.



Com dois postos de Abastecimento, um no KM 71 da BR 101, sentido norte e outra no KM 23 da BR 280, rodovia de acesso ao porto de São Francisco do Sul, os postos e serviços da Sinuelo oferecem uma estrutura completa e invejável, que inclui desde postos de combustíveis, restaurantes, lanchonetes, supermercado e áreas de lazer.



Foi a partir de 1970, que os empresários sediados já em São Marcos, com origem na região de Otávio Rocha, Flores da Cunha, resolveram expandir os negócios para o vizinho estado. Coube aos irmãos Ulisses e Euclides esta responsabilidade e ao completarem 40 anos em solo catarinense, é fantástica a evolução dos negócios implantadas ao lado de duas importantes rodovias. Uma modesta banca, para a venda de vinhos, em área sem água e energia elétrica foi o início de um complexo que além dos postos, restaurantes, supermercados, loja de vinhos, agregaram ainda a Granja Sinuelo, modelo na criação de suínos e gado leiteiro. Com a matéria prima selecionada, com suas matrizes, os empreendedores implantaram ainda empresas para a fabricação de diversos tipos de queijos e salameria, com destaque para produtos inspirados nas raízes italianas.



Parque Temático



Local de parada de milhares de pessoas, os irmãos Molon, construíram às margens da BR 101, o Parque Temático Memorial do Descobrimento. Foi fundado em 25/02/2000 por iniciativa do Grupo Sinuelo, em comemoração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil.

Este é composto por uma réplica de uma das Naus portuguesas que chegaram ao Brasil no ano de 1.500, e mais: a reconstrução de uma aldeia guarani; o monumento a primeira missa; várias árvores nativas, dentre elas, o pau-brasil; trilha ecológica em mata nativa; pomar com diversas árvores frutíferas, e uma diversidade de aves exóticas. O Parque Temático Memorial do Descobrimento nos possibilita fazer uma viagem ao nosso passado histórico e desfrutar de momentos agradáveis em meio à natureza.



Futuro



Enquanto celebra o presente vitorioso, o Grupo Sinuelo, anuncia o lançamento do projeto de construção de um hotel, junto ao complexo, com mais de 150 apartamentos.



O sonho de Pedro, Felix , Euclides, Abrelino e Ulisses Molon, descendentes dos pioneiros Pietro, Felice e Ernesto, sucessivamente, enaltecem o trabalho e garra, concretizados em complexos de acolhimento e comercialização, em especial dos vinhos, sucos e espumantes da empresa.

Foto: grupo de florenses, na homenagem aos Irmãos Molon, pelos 40 anos em Santa Catarina.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON É SUCESSO

8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON


       Nos dias 09 e 10 de outubro, no Travessão Carvalho, Otávio Rocha, em Flores da Cunha, os descendentes da Família Molon, realizaram o 8º Encontro. O evento foi prestigiado por mais de 1300 participantes, com destaque para o filot, 500 pessoas e almoço festivo 700. Se fizeram presentes Molon de Brasília, Mato Grosso, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Do Rio Grande do Sul destacaram-se delegações de Rio Grande, Pelotas, Camaquã (com a presença do prefeito Ernesto Molon), Erechim, Porto Alegre, Alvorada, Carlos Barbosa, Farroupilha, São Marcos, Vacaria, Nova Prata, Caxias do Sul e de outras cidades da região. Em Flores da Cunha os grupos mais expressivos eram da cidade, São Gotardo, Linha 100, Otávio Rocha e o do próprio local do Encontro, Travessão Carvalho.
      O encontro iniciou com Filot, apresentações artísticas do Grupo de Danças Il Passeto, Danças Gregas e Coral Amicci della Massolin de Porto Alegre, apresentação de documentário em telão da história da família e o lançamento de livro "Santa Eurósia". Seguiu-se degustação de produtos típicos regados aos vinhos da família e jogo de mora. No domingo, foi celebrada missa festiva oficiada pelo Frei Moacir Molon e pelo Vigário Vitor Ceccato, com diversas encenações e ofertório vivo e para a celebração foi utilizado vinho trazido da Grécia e água do Rio Jordão e cantada por uma grupo de descendentes Molon. Não faltou a representação do pastor com a entrada de pessoa conduzindo aos ombros uma ovelha. A procissão motorizada com a estátua de S. Eurósia foi acompanhada de centenas de veículos de Otávio Rocha até o local da festa. O almoço de confraternização, contou com a presença do Prefeito Ermani Heberle, com apresentações artísticas, sorteios de brindes e a farta gastronomia italiana preparada pela comunidade do Travessão Carvalho. Foram escolhidos os Molon mais idosos e os mais novos integrantes da família.
     Concluiu-se assim mais uma etapa dos encontros de famílias, com o objetivo de redescobrir as origens familiares e manter viva a tradição italiana, com o tema “Catar-se fin che semmo vivi.” O próximo encontro deverá acontecer dentro de três anos.

8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON

8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON

    Nos dias 09 e 10 de outubro, no Travessão Carvalho, Otávio Rocha, em Flores da Cunha, os descendentes da Família Molon, realizaram o 8º Encontro. O evento foi prestigiado por mais de 1300 participantes, com destaque para o filot, 500 pessoas e almoço festivo 700. Se fizeram presentes Molon de Brasília, Mato Grosso, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Do Rio Grande do Sul destacaram-se delegações de Rio Grande, Pelotas, Camaquã (com a presença do prefeito Ernesto Molon), Erechim, Porto Alegre, Alvorada, Carlos Barbosa, Farroupilha, São Marcos, Vacaria, Nova Prata, Caxias do Sul e de outras cidades da região. Em Flores da Cunha os grupos mais expressivos eram da cidade, São Gotardo, Linha 100, Otávio Rocha e o do próprio local do Encontro, Travessão Carvalho.
       O encontro iniciou com Filot, apresentações artísticas do Grupo de Danças Il Passeto, Danças Gregas e Coral Amicci della Massolin de Porto Alegre, apresentação de documentário em telão da história da família e o lançamento de livro "Santa Eurósia". Seguiu-se degustação de produtos típicos regados aos vinhos da família e jogo de mora. No domingo, foi celebrada missa festiva oficiada pelo Frei Moacir Molon e pelo Vigário Vitor Ceccato, com diversas encenações e ofertório vivo e para a celebração foi utilizado vinho trazido da Grécia e água do Rio Jordão e cantada por uma grupo de descendentes Molon. Não faltou a representação do pastor com a entrada de pessoa conduzindo aos ombros uma ovelha. A procissão motorizada com a estátua de S. Eurósia foi acompanhada de centenas de veículos de Otávio Rocha até o local da festa.
        O almoço de confraternização, contou com a presença do Prefeito Ermani Heberle, com apresentações artísticas, sorteios de brindes e a farta gastronomia italiana preparada pela comunidade do Travessão Carvalho. Foram escolhidos os Molon mais idosos e os mais novos integrantes da família.
    Concluiu-se assim mais uma etapa dos encontros de famílias, com o objetivo de redescobrir as origens familiares e manter viva a tradição italiana, com o tema “Catar-se fin che semmo vivi.” O próximo encontro deverá acontecer dentro de três anos.






































































































































































































































































































































































sexta-feira, 24 de setembro de 2010

8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON

FAMÍLIA MOLON




Nos dias 09 e 10 de outubro, no Travessão Carvalho, Otávio Rocha, em Flores da Cunha, os decendentes da Família Molon, fazem o seu 8º Encontro. Com a presença, nos últimos encontros de 1.000 participantes, estima-se que os imigrantes deixaram uma descendência com mais de dez mil nomes, somando também o lado materno. Filot, lançamento de livro "Santa Eurósia", missa festiva, procissão motorizada e almoço de confraternização são os destaques do encontro.



Instalados entre vales e montes do Nordeste do Rio Grande do Sul, no Sul do Brasil, longe de rios navegáveis, estradas e acessos aos meios de comunicação, os imigrantes Molon, em 1882, cortaram suas relações com os parentes deixados nos arredores do Castello de Arzignano, em Vicenza, na Itália. Juntamente a um grupo expressivo de amigos e conterrâneos que haviam saído do mesmo local, praticamente nas mesmas condições, trataram de fazer neste chão sua nova Pátria e a nova vida tão sonhada e propagada.



Causa disto, por quase cem anos, num silêncio quase absoluto, as relações entre familiares residentes no Brasil e na Itália, foram cessadas. Foi a partir de inscrições numa lápide no cemitério de Otávio Rocha, que dizia: "Qui reposa en te la pasce de Dio, Pietro Molon, oriundo de Castello de Arzignano – Vicenza", que as relações foram reatadas. A partir daquele momento, encaminharam-se correspondências à Itália, e logo, alguns descendentes tiveram a oportunidade de visitar o local e manter as primeiras conversações com os Molon de Arzignano. Porém, foi a realização dos encontros de Família, que desvendaram a numerosa relação de parentesco, e os contatos com a Paróquia e a administração pública de Arzignano, que deram conhecimento da grande família de arzignanheses espalhada no Brasil.



Todos vieram para o Brasil com o sonho do progresso. Aqui plantaram videiras, construíram vinícolas, abriram restaurantes, fundaram fábricas, oficinas mecânicas, postos de abastecimento, transportadoras... Dedicaram-se a agricultura, ao comércio, a profissões liberais, as atividades religiosas. Com o seu trabalho e visão, ajudaram a construir vilas e cidades e consolidaram os seus sonhos no prometido paesi di cucagna, que junto com outros fizeram existir.



Os imigrantes Antonio Molon e Regina Ghiotto, Pietro Molon e Francesca Ziggiotti, Alessando Molon e Tereza Genaro e Angelo Molon e Cecília Ziliotti se estabeleceram em Otávio Rocha, 10ª Légua da Colônia Caxias, enquanto que Giovanni Batista Molon e Maria Magnabosco e Girolano Molon e Catarina Laghetto foram colonizadores de Nova Vicenza, atual Farroupilha.



Uma foto trazida pela Família Molon, e preservada por quatro gerações, ensejou a elaboração do livro "Santa Eurósia, foto misteriosa revela devoção dos imigrantes" que será lançado no evento. Uma foto que permaneceu incógnita por mais de 100 anos, desvenda a devoção dos imigrantes à Santa Eurósia, mártir espanhola, que tem invocação para proteção contra intempéries e para pedir proteção as plantações.



Informações e reservas de ingressos: 54.3279.1040 e fmolon@cpovo.net. A família tem um site www.familiamolon.com.br e um blog: encontrosfamiliamolon.blogspot.com



sexta-feira, 30 de julho de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

TRAVESSÃO CARVALHO SERÁ SEDE DO PRÓXIMO ENCONTRO


TRAVESSÃO CARVALHO SERÁ SEDE DO PRÓXIMO ENCONTRO

   A localidade  de Travessão Carvalho, em Otávio Rocha, município de Flores da Cunha , será o local da realização do 8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON, nos dias 09 e 10 de outubro de 2010. Nascida com a imigração italiana na serra gaúcha,  a localidade se destaca da produção de uvas e vinhos, e tem como padroeira Nossa Senhora do Caravaggio. A devoção foi escolhida pelos imigrantes pela semelhança do nome do Travessão, tendo sido ainda chamada de Nossa Senhora do Carvalho, numa época em que poucos falavam e entendiam o português.
   Unida com asfalto a sede do município as amplas instalações sociais da comunidade servirão de palco para este 8º Encontro, reunindo  7 gerações da Família, espalhada por todo o Brasil, com a chegada dos imigrantes italianos, a partir de 1875.   

quinta-feira, 6 de maio de 2010

8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON será nos dias 09 e 10 de outubro de 2010 no TRAVESSÃO CARVALHO

 Reunião para tratar do 8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON NO BRASIL

Em  reunião realizada nesta semana, a comunidade do Travessão Carvalho/Otávio Rocha/Flores da Cunha/RS  (foto) aceitou a responsabilidade de organizar o  8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON, que realizar-se-á nos dias 09 e 10 de 2010. Este é apenas o primeiro aviso, com o programa provisório, para anotarem em suas agendas.

8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON
Travessão Carvalho-Otávio Rocha
Flores da Cunha/RS
“Catarse fin che semo vivi”

O 8º ENCONTRO DA FAMÍLIA MOLON será realizado nos dias 09 e 10 de outubro de 2010 na localidade de Travessão Carvalho/Otávio Rocha/ Flores da Cunha/ Rio Grande do Sul/Brasil.
Principais momentos de encontro
Dia 09/10 - sábado
À noite: filot
Dia 10/10  - domingo
10h - Missa na Mastriz de Otávio Rocha e procissão motorizada com a estátua de Santa Eurósia
12h - Almoço de confraternização no Trav. Carvalho

Informações: fmolon@cpovo.net
veja também http://www.familiamolon.com.br/

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

FELIZ ANO NOVO


  DESEJAMOS A TODOS OS INTEGRANTES DA FAMÍLIA MOLON UM PRÓSPERO ANO NOVO. MUITA PAZ, ALEGRIAS E SAÚDE. tim... tim...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A FAMÍLIA MOLON NO CONCURSO FREI ROVÍLIO



      No domingo, dia 13, no almoço de confraternização da comunidade italiana do Rio Grande do Sul, no Restaurante da PUC, foram entregues livros comemorativos aos 130 anos da imigração italiana aos escolhidos para participarem de um livro. O mesmo deverá ser editado para lançamento na próxima Feira do Livro de Porto Alegre em 2010. 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

VISITE O NOSSO SITE WWW.FAMILIAMOLON.COM.BR

Visite o nosso site: www.familiamolon.com.br
e veja mais informações sobre a Família Molon.

CONCURSO FREI ROVÍLIO COSTA

Entre os vinte trabalhos selecionados sobre histórias de Famílias, no concurso denominado Frei Rovílio Costa, foi classificada a História da Família Molon. 

Antes de listar os 20 textos selecionados, que receberão o prêmio e terão sua história publicada, a organização deste concurso agradece a participação de todos os inscritos.
Para nós todos vocês, selecionados ou não, que resgatam a história da própria família, são "vencedores".
Agradecemos portanto a incrível jornada que nos proporcionaram revivendo estas maravilhosas histórias que todo o descendente de italianos sabe lhe pertencer.
Nos sentimos em casa, na casa da nonna e do nonno, dos tios e tias, enfim, em estavamos em família.
O elevado número de inscritos levou o trabalho dos jurados ao limite e, a organização deste concurso, agradece publicamente o grande empenho e desprendimento de todos.

Os selecionados são:
Amadeo Rossi: O Patriarca, A Empresa, O Mito (Letizia Osório Nicoli)

A Família Liberatore – do Abruzzo para o Brasil, Umberto e Assunta, 60 anos de amor e sacrifícios (Maria Cristina Prando)

A família Martinbianco (Beatriz Martinbianco)

América – Andriollo (Leonardo José Andriolo)

Antônio Accorsi e Anna Darsiè, os meus nonos (Marilia Daros)

Conto histórias que minha nona contava para mim (Roberta Bassani Fedrizzi)

Dois navios, um naufrágio, várias histórias. A longa estrada azul. (Almiro Zago)

Família Ferrazzo (Artur Ferrazzo Velho)

Família Molon (Floriano Molon)

Famílias Longhi e Falavigna (Longhi)

História da Família de Marino Rigo – o nascido no mar (Argel Rigo)

História da minha família – Pizzatto (César Augusto Cichelero)

Ida Carissimi (Lorien Marta Zanini)

La mia Storia (Elia Calafati Weschenfelder)

Luigi Santagada: a transformação do camponês em açougueiro (Salvatore Santagada)

Na pista das origens (José Bassi)

Noi non abbiamo … – Nós não temos... (Homero Farias Eschiletti)

Retorno às raízes: um fragmento do tempo (Berenice Sica Lamas)

Texto Italiano (Florindo Luiz Daniel)

Traços da Família (Terezinha Menegaz Nardi)


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A História da Família Molon

Instalados entre vales e montes do Nordeste do Rio Grande do Sul, no Sul do Brasil, longe de rios navegáveis, estradas e acessos aos meios de comunicação, os imigrantes Molon, em 1882, cortaram suas relações com os parentes deixados nos arredores do Castello de Arzignano, em Vicenza, na Itália. Juntamente a um grupo expressivo de amigos e conterrâneos que haviam saído do mesmo local, entre outros os Fochesatto, Galiotto, Ferrari, Dani, Fracasso, Tadiello, Masiero, Isoton, Magnabosco, praticamente nas mesmas condições, trataram de fazer neste chão sua nova Pátria e a nova vida tão sonhada e propagada.
Causa disto, por quase cem anos, num silêncio quase absoluto, as relações entre familiares residentes no Brasil e na Itália, foram cessadas. Foi a partir de inscrições numa lápide no cemitério de Otávio Rocha, que dizia: "Qui reposa en te la pasce de Dio, Pietro Molon, oriundo de Castello de Arzignano – Vicenza", que as relações foram reatadas. A partir daquele momento, encaminharam-se correspondências à Itália, e logo, alguns descendentes tiveram a oportunidade de visitar o local e manter as primeiras conversações com os Molon de Arzignano. Porém, foi a realização dos encontros de Família, que desvendaram a numerosa relação de parentesco, e os contatos com a Paróquia e a administração pública de Arzignano, que deram conhecimento da grande família de arzignanheses espalhada no Brasil.

A ORIGEM
Ao que se tem conhecimento, a família é originária da Grécia, como explica o Dr. Giovanni B. Molon, italiano naturalizado, residente em Porto Alegre:
"Na década de 1940, quando o professor de grego, Pe. Francesco Pasetto, traduzia uma bucólica história pastoril, chamou-me a atenção sobre a palavra MOLON, senti algo diferente dentro de mim naquele momento. Nunca mais esqueci a palavra grega BLOSCO, um verbo irregular que no pretérito passado se apresenta como EMOLON, que traduzido quer dizer – vai e vem. Como este verbo encontra-se sempre relacionado a quem vai e vem com as ovelhas, toma o sentido de pastor ou pastorear. Correta portanto é a dedução que ainda antes da fundação de Roma, eles, MOLON, teriam percorrido as margens do Mar Adriático e naquele vai e vem se estabeleceram na Itália, precisamente nas colinas de Arzignano, hoje Província de Vicenza."

A origem grega da palavra Molon, fica praticamente confirmada com a citação de Apolônio, filho de Molon, na obra de Plutarco, quando se refere a Caio Júlio César, que foi a Rodes, para tomar as lições de Apolônio, filho de Molon, do qual Cícero havia sido discípulo.

A família Molon, tem portanto uma história de mais de dois mil anos e na atualidade encontra-se espalhada em diversos continentes. No Brasil, há a presença de descendentes Molon em diversos estados e algumas com outra origem migratória, somando mais de oito mil integrantes, originários dos pioneiros:

PIETRO MOLON E FRANCISCA ZIGGIOTTI, oriundos de................ estabelecidos no Trav. Pinhal - Otávio Rocha.


ALESSANDRO MOLON E TEREZA GENARO........................ . Trav. Pinhal - Otávio Rocha.

GIOVANNI BATISTA MOLON E MARIA MAGNABOSCO - ...............................Farroupilha/RS.

ÂNGELO MOLON E CECÍLIA ZILIOTTO ................................ - Trav. Pinhal/ Otávio Rocha. ANTÔNIO MOLON e REGINA GHIOTO................................ - Trav. Marcolino Moura/Ot. Rocha.

GIROLAMO MOLON e CATARINA LAGHETTO, oriundo de Chiampo, estabeleceu-se em L. Sertorina, atual município de Farroupilha/RS.

LUÍS MOLON e ROSA FERRARI ......................... município de Tubarão/SC.

LUIGI MOLON e ROSA ..................................... Curitiba/PR.

ANTONIO MOLON e PASCHOA BUASCARIN ...................... Americana e S. Bárbara D’Oeste. SP.

GIUSEPPE MOLON e MARIA VERLATTO ..................................- São Bernardo do Campo/SP.

GIORDANO MOLON e AMÁBILE MOLON ........................- São Paulo.

FELÍCIO MOLON e SANTA RODELLA ........................................... São Paulo

GIOVANNI BATISTA MOLON E MARIA ANDREIS............Porto Alegrte


Todos vieram para o Brasil com o sonho do progresso. Aqui plantaram videiras, construíram vinícolas, abriram restaurantes, fundaram fábricas, oficinas mecânicas, postos de abastecimento, transportadoras. Dedicaram-se a agricultura, ao comércio, a profissões liberais, as atividades religiosas. Com o seu trabalho e visão, ajudaram a construir vilas e cidades e consolidaram os seus sonhos no prometido paesi di cucagna, que junto com outros fizeram existir.